27/10/2016

O que eu aprendi com o Desapegão

- Dá, sim, para ter estilo sem ostentar um closet abarrotado e cheirando a mofo.

- A decisão de doar duas vestimentas a cada nova adquirida carrega um santo poder de frear o consumismo. Aleluia.

- Ter menos coisas areja o armário e a vida.

- Nosso maior patrimônio está no que fazemos para os outros, não no que guardamos em casa.

- Doação de roupas é um ato solidário, mas nem sempre sustentável. Muitos donativos vão parar no lixo, virando um problema ambiental.

- Por isso, antes de doar, cheque: que fim terão as peças? Serão de fato usadas ou acabarão nos aterros?

- Algumas entidades revendem as roupas em bazares beneficentes. Aposte nelas.

- Outra maneira ambientalmente responsável de esvaziar o armário é trocar ou vender seus excessos.

- Customizar aquelas velharias pode acabar em desastres. Mas vale a pena arriscar.

- Ninguém precisa seguir regras para treinar o desapego. Pense no que de fato você usa (ou tem valor) e doe o resto.

- Consumo consciente e economia colaborativa não são meras pentelhações deste blogueiro idealista, mas tendências mundiais.

- Desapegar contagia, como bem disse a parceira Carol Hanashiro. E pode abranger facilmente outras áreas da sua vida.

- Eu comecei com roupas e acessórios. Depois, foi a vez de livros, CDs, álbuns, revistas, materiais esportivos, caixas e caixas de tranqueiras. Hoje, minha vida cabe em um armário.