15/01/2015

Aderi ao coque. Virei uma gueixa?



Não foi só o comprimento da minha juba, cada vez maior e mais devastador para essa bobagem chamada "corte". O calor senegalês que assola São Paulo também contribuiu para que, enfim, eu me rendesse à onda dos coques em cabeças masculinas.

Aliás, com o penteado fresh e brejeiro, ainda descobri um bom meio de fugir, vez ou outra, do tedioso rabo de cavalo.

Tô gato? Tô gueixa? Tô vadia?

Pelo menos, tô na moda. ;)



No alto, foto by Daniel Aratangy de quando eu ainda ensaiava andar por aí com um cocozinho espetado no crânio; acima, foto tirada hoje, ao lado do muso Jun, com o coque consolidado e devidamente assumido